Em uma cidade bem pequena, onde todos se conheciam, havia um homem chamado Alfreudson Didático Morfico Urubulino da Silva. Esse homem tinha um grande nome, mas um bilau muito pequeno. Alfreudson tinha também um grande trauma, por onde passava o povo comentava:
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
O HOMEM DO BILAU PEQUENO
Em uma cidade bem pequena, onde todos se conheciam, havia um homem chamado Alfreudson Didático Morfico Urubulino da Silva. Esse homem tinha um grande nome, mas um bilau muito pequeno. Alfreudson tinha também um grande trauma, por onde passava o povo comentava:
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
UM PINGUÇO EM MEU TAXI
UM PINGUÇO EM MEU TÁXI
Ao pegar um sujeito, aparentando ter uns trinta anos, fiquei logo arrependido, pois o cara estava com um bafo de cana horrível.
Pediu-me que fosse ao bairro de Madureira e que não precisasse correr. Andei por alguns quilômetros e escutei um barulho estranho. Foi quando olhei e vi que o homem estava dormindo e também roncando.
Se eu fosse outro, poderia ter dado um monte de voltas para que o taxímetro marcasse mais, e o dorminhoco nem notaria. Meio sem graça, resolvi chamá-lo:
Amigo, me desculpe acordá-lo, mas o senhor esqueceu de me dizer o nome da rua.
Ah, leve-me para uma sauna que tem em Madureira, mas antes, pare naquele bar ali – disse ele, sonolento.
Do carro, vi que ele tomou uma pinga e ainda veio bebendo uma cerveja em lata.
Toca aí, piloto!
O senhor me faz um favor? Toma cuidado para não entornar a cerveja no banco.
Mal terminei de falar, e o pé de cana entornou tudo em seu colo, molhando o banco também.
Olha só, acabei de falar, e o senhor entornou tudo. Dormiu de novo?
Não faz mal, ainda tenho dez reais, dá para comprar mais duas latinhas de cerveja e a calça seca rapidinho – disse ele.
Não faz mal!? O senhor molhou o banco e vai ficar cheirando a cerveja... Além disso, que história é essa de só ter dez reais?
O taxímetro já estava marcando vinte reais, e o malandro tinha dito que só tinha dez reais. Ele se entregou.
Não esquenta, não, no final vai dar tudo certo – disse o safado.
Acho melhor dar tudo certo mesmo, hein!? Por que o senhor não vai para casa? Assim vai poder dormir em sua cama.
Em sua casa poderia ser que ele tivesse o dinheiro da corrida, ou então, eu cobraria de algum parente...
Ir para casa!? Você está maluco? Minha mulher me botou para fora e não quer me ver nem pintado.
Imagino o que o senhor não aprontou...
Eu estava pressentindo que vinha confusão pela frente.
Olha aqui, não conheço nenhuma sauna em Madureira. Outra coisa, quero saber como será o pagamento dessa corrida.
Está vendo aquela rua ali? É lá, entra nela... Fica tranquilo, taxista...
Chegando ao final daquela rua, não havia sauna nenhuma. Quando fui perguntar de novo, olhei para o lado e ele estava dormindo novamente.
Resolvi ir para um lugar mais movimentado. Estava pensando até em procurar uma viatura policial e dizer que aquele cidadão estava sem dinheiro para pagar a corrida. Foi quando ele acordou, muito estranho, estava pálido, engolindo a seco, e disse:
Pára o carro, pára! Estou com vontade de vomitar.
Dei uma freada brusca, o pinguço acertou a cabeça no pára-brisa, abriu a porta do carro e saiu golfando com a mão na boca. Sujou um pouco o carro de vômito, mas foi o tempo certo. Eu, como não posso ver nem sentir cheiro de vômito, acelerei e saí correndo dali. Tive de ir embora para casa, porque, com o banco molhado de cerveja e também vomitado, não dava para continuar com o trabalho, até porque meu estômago já estava embrulhando. Foi quando me dei conta:
Ih, caramba!!! Além de não cobrar a corrida, esqueci de pegar os dez reais que ele ainda tinha.
COM MUITO PESO O CARRO NÃO ANDA
Era véspera de feriado, pleno verão, um calor escaldante, nem o ar condicionado do carro dava vazão. Tinha acabado de chegar ao ponto, quando um colega pediu-me que levasse um passageiro que acabara de ligar. Alegou que seu carro era pequeno... Então, passou-me o endereço e me desejou boa sorte.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
IRINEU E AS BIBAS-"Humor"
Duas bichinhas entraram num taxi. Logicamente o taxista perguntou-lhes o trajeto. Elas falaram juntas, só que, cada uma falou um local diferente. Ele na dúvida ficou parado sem saber pra onde ir, até porque, um local era o inverso do outro.
VOVÓ CENTENÁRIA MIJOU EM MEU TAXI.
Estava eu dirigindo meu taxi numa noite linda e agradável, muitos passageiros pelas ruas, quando duas senhoras fizeram sinal. Ao entrarem no carro, a velhinha que estava de muleta, por sinal, muito faladeira, foi logo dizendo:




